domingo, 10 de janeiro de 2016

Impressões sobre a temporada de inverno 2016 #01




Nessa primeira parte, comentarei o primeiro episódio de Musaigen no Phantom World, Koukaku no Pandora, Bubuki Buranki, e Kekkou Boys.

Dessa vez, resolvi sair um pouco do padrão estabelecido por mim - de comentar as apostas dos animes de temporada - e ir direto, contando o que assisti e o que achei. Se pretendo continuar ou não. Antes de mais nada, vale lembrar que eles não estão por ordem de favoritismo. A lista que se segue, é totalmente aleatória.   

Então, é isso. Fiquem agora com a primeira parte de minhas primeiras impressões da temporada de inverno 2016. Sugestões para a parte 2 e 3 são muito bem-vindas!

Musaigen no Phantom World

Criaturas estranhas, personagens clichês, designer padrão moe, trilha sonora bacana, animação bonita, e um leve ecchi na história, fazem dessa estreia, razoável. O que me levou a assistir esse anime foi o fato da ilusão conviver com a realidade. A principio, é uma ideia bacana, se bem trabalhada. E eu gostei da forma como foi desenvolvida, embora tenha me irritado, com as continuas explicações de como funciona aquele mundo. Não gostei da história parar tudo o que estava sendo contado, para lembrar novamente o que já foi explicado desde o inicio. Essa repetição é chata, e desgastante. 

Sinceramente, não me simpatizei por nenhum personagem. Todos eles me parecem comuns de mais. Garota peituda, garoto atrapalhado, menina tímida. Fora isso, o carácter designer está muito batido. Nisso, não consegui enxergar nenhum diferencial. Não gostei também de alguns diálogos expositivos, principalmente quando o episódio seguia-se em sua metade. O garoto dá a explicação antes do acontecimento em si. ''Olha tem a possibilidade disso acontecer no nosso mundo'', daí logo em seguida acontece o que ele explicou. Achei que o encontro dos personagens também poderia ter sido diferente, e menos caricato, e expositivo. Ah, e ainda tem a tensãozinha sexual, que não teve nada de engraçado, e não contribuiu em nada na história. 

Por outro lado, gostei da questão mitológica. Nisto, se incluí juntamente os momentos de ação. Está bem escancarado que a Kyoto Animation caprichou na animação, visualmente, achei bem bonito. O ápice do episódio para mim, foi os momentos finais. Pra mim o tempo passou rápido neste instante, chegando na conclusão que eu de fato me diverti com aquela situação dos postes fazendo macarena (lol). E por incrível que pareça, achei engraçada, e por que não dizer um tanto quanto louca. E é só por causa disso, que estou interessada em continuar vendo. Por esse lado fantasioso. Porque não são simplesmente criaturas fantasiosas jogadas ali por puro prazer, existe um quê de realidade por trás daquilo. O garoto principal mostrou que não é um completo banana, que ele entende o surgimento delas. Então, é interessante imaginar o que pode surgir nos próximos episódios. Uma pequena aula de cultura japonesa. Quero muito que esse lado seja mais desenvolvido, assim como foi com Noragami.

Koukaku no Pandora

Eu ainda não consegui sacar, qual é a praia desse anime, ou se simplesmente, não existe praia nenhuma. A história das duas cyborgs em um futuro distante, é aquela coisa que todos nós estamos habituados com cada temporada. Não tem nada novo, muito menos, digno de alguma relevância. É confuso. Por mais que o conceito robótico esteja até bem colocado, no mais, não dá pra imaginar qual é a intenção da obra. Que caminho ela irá trilhar. Pra quem conhece o mangá, talvez isso não tenha sido um problema. Mas para mim, leiga no assunto, não consegui sentir absolutamente nada com essa estréia. Não me convenceu.

Para mim, Koukaku no Pandora foi 24 minutos perdidos da minha vida, que não voltarão mais.  Passe longe dessa estréia. Não teve nada de relevante. Nota zero.
  



Bubuki Buranki 

E falando em animes confusos, aqui está mais um para o time. A intenção do estúdio Sanzigen me parece boa, e a animação até que está caprichada, o CG está bem inserido, embora derrape em alguns momentos, mas dá pra se dizer que tá boa. Porém, a história não tem pé nem cabeça. Foi uma estreia torturante. Parecia que eu estava perdida no meio de um tiroteio. Um alvoroço sem sentido nenhum.

A sensação de estar assistindo um filme, é um ponto legal, no entanto, isso perde o valor se for acompanhado de uma história desinteressante. É tempo de vida escorrendo pelo ralo. Sinceramente, eu vou passar longe dos próximos episódios. Talvez as respostas sejam aos poucos revelada, durante o percurso do anime, mas eu não estou suficientemente animada. Estou cagando e andando para este anime. 




Sekkou Boys

E quando a gente acha que o Japão não pode nos surpreender mais ... BUUUM!!! Tá aí um anime de quatro estátuas da mitologia grega que decidem se tornam idols. A série é curta, têm apenas sete minutos, e terá ao total 12 episódios. O diretor Nasakasu Hachimoto (o mesmo de Yamada-kun) entregou um trabalho bastante curioso e bem animado pelo estúdio Liden. O humor da série é aquela coisa bizarra, como você já poderia imaginar, no entanto, não chega a ser aquele tipo de humor que você chega gargalhar alto. Eu achei divertido. Mas confesso que deu um pouco de medo.

Será que essa risca irá se manter bem até o final, ou ela se tornará entediante? Será que coisas estranhas acontecerão, sim ou claro? Resta continuar acompanhando pra saber. 

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